sábado, 22 de novembro de 2014

Brussels I


 




  



Não há muito mais a dizer acerca de Bruxelas, por isso vamos saltar para a parte do: o que visitar e o que fazer.

Começámos a estadia sem um programa bem definido, mas rapidamente nos conseguimos orientar e não houve aquela sensação do "meu-deus-não-vamos-ter-tempo-para-tudo".
Assim que saímos do hostel, (muito perto do Sablon e a 5-10 minutos a pé da Grand Central e da Grand Place), dirigimo-nos para o centro. O maior problema que enfrentámos foi mesmo encontrar a rua do hostel, uma vez que ninguém conhece o nome das ruas (já que Bruxelas concentra cerca de habitantes de 27 nacionalidades distintas: mais emigrantes do que nacionais, atrevo-me a dizer). Ultrapassado esse problema, basta fazer o percurso uma vez para conseguirmos ter bem a noção de onde estamos e o que nos rodeia (a não ser que tenham um sentido de orientação igual ao da minha irmã, isto é, não tenham nenhum). 

Posto isto, posso dizer que a maioria dos sítios que visitámos não passaram de coincidências: a Grand Place e as mil e uma ruelas pitorescas que a rodeiam, o Maneken Pis, a igreja do Sablon e o pequeno jardim nas suas traseiras, as galerias de Saint Hubert e também a Rue des Bouchers (onde vão ouvir uns quantos elogios só para serem persuadidos a tomar qualquer coisa num dos mil e um estabelecimentos numa rua exclusiva de restaurantes). Sim, nada disto foi planeado. Mas chegámos lá, porque a cidade não é muito grande e porque as coisas estão todas à volta umas das outras. 

Obviamente provámos as waffles (fotos num post seguinte), mas confesso que já comi melhores em Portugal, ou em Amesterdão. Também não deixámos escapar as cervejas - agradáveis, mas vá, não me posso considerar uma crítica com muita credibilidade nesse campo. Overdose de chocolate: check. Para uma próxima ficam as batatas fritas e com muita pena minha por ainda não ter sido desta, os moules frites. Mas assim já temos desculpa para voltar. ;)


In English


 There isn't much more to say about Brussels, so let's jump right into what to visite and to do in the city.

We started our stay without a plan, but soon managed to get ourselves on our way and we didn't get that feeling like "oh-my-god-we-won't-have-enough-time-to-get-everything-done".
As soon as we left the hostel we stayed at (near the Sablon and at 5-10 minutes from the Grand Central and the Grand Place), we headed to the city center. The biggest problem we had to deal with was finding the hostel, actually, explained by the fact no one knows the names of the streets (once Brussels congregats about 27 nationalities: more emigrants than belgians, I would dare to say).


As soon as that problem got overcame, you will find no difficulty finding the way back or guiding yourself all around the city (unless you have the same sense of orientation as my sister, which is none).

That said, I can tell you that most of the places we ended up visiting were nothing but coincidences: the Grand Place and the many picturesque streets all around, Maneken Pis, Sablon Church and Garden, Saint Hubert Galleries and also Rue des Bouchers (where you you'll hear many compliments as passing by, just to persuade you to get into one of their restaurants). None of this was planned, but we ended up doing everything not just because it is a small city but also because everything is just around the corner.

We got to try the waffles (photos uploaded in a next post), but I have to addmit that I have already eaten much better waffles in Portugal or even in Amsterdam. We also didn't leave without drinking a belgian beer -it was good, but come on, I am no beer critic to have in account. Chocolate overdose: check. Next time I won't miss their fries and the moules frites, but hey, now I have an excuse to come back right?! ;)

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